10 Motivos Para Você Amar Blogging
- By cidamota1987
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- 17 Apr, 2016
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Blog posts são uma ótima maneira de ser reconhecido em sua comunidade e compartilhar suas idéias. Aqui estão as 10 razões principais pelas quais você deve amar escrever no blog.
Para o melhor ou para o pior, qualquer um pode escrever um post de blog sobre qualquer assunto. Todo mundo tem voz e as melhores vão chegar ao topo.
O escritor pode mostrar sua personalidade:
Nos posts do blog, o escritor tem mais flexibilidade para adicionar a sua voz e personalidade do que nos outros tipos de escrita.
Os blogs são uma ótima forma de comunicação em massa:
Você pode ajudar as pessoas, aprender coisas novas, entreter seu público - as possibilidades são infinitas e surpreendentes. Blogging possibilita tudo isso para um público muito vasto.
Você pode ganhar dinheiro:
crie o blog certo e continue gerando conteúdo que você poderá ganhar muito dinheiro através de publicidade e posts patrocinados.
Ele permite que pessoas elaborem pensamentos de uma maneira mais aprimorada:
Ao invés de ficar lendo ao acaso, cultura inútil dos status do Facebook, ler um post bem escrito é muito melhor para enxergar o processo de pensamento das pessoas.
Você pode estabelecer uma comunidade:
Blogging permite que você se conecte com outras pessoas que compartilham os mesmos interesses. Compartilhar idéias e opiniões dentro de sua comunidade ajuda-o a estabelecer-se como um líder, referência.
É bom para SEO:
Mantendo o conteúdo do seu site relevante e atualizado, você pode usar o seu blog para melhorar o ranking dos motores de busca (SEO) do seu site e seu negócio.
Ele traz as pessoas de volta para o seu site:
Se o seu blog é forte o suficiente e atualizado regularmente, as pessoas vão voltar à procura de mais e trazer tráfego para seu site também.
É grátis:
Custa-lhe um total de zero reais para postar no blog, então se você tem algo a dizer, não há nada para impedi-lo.
Você pode estabelecer-se como um líder de pensamento:
Um blog é um ótimo lugar para seus pensamentos originais, e pode ser uma maneira maravilhosa de mostrar sua individualidade. Se as pessoas gostarem das suas idéias, você pode se tornar um líder de pensamento em sua indústria!
O que mais você ama sobre blogs? Deixe-nos saber!

Segue abaixo um trecho do texto " Coitado do Corpo ", de Rubens Alves, para nossa reflexão no que diz respeito à Educação Física Escolar . Veja bem: sabemos que a competição faz parte da cultura esportiva do nosso país, mas o texto que segue tem como objetivo a reflexão do que tem sido (ou não) a aplicação do esporte na escola .
Como muito bem explica o autor Sávio Assis em seu livro " Reinventando o esporte: possibilidades da prática pedagógica " (Campinas, SP: Autores Associados, 2010), há diferenças entre o esporte na escola e o esporte da escola, e é fundamental que o professor de Educação Física Escolar perceba isso. Boa leitura!
"[...] O que move o atleta não é o prazer da atividade, em si mesmo. Se assim fosse, ele ficaria feliz em correr, nadar, saltar, sem precisar de comparar-se com outros. Mas depois de correr ele consulta o seu relógio. Está comparando o seu desempenho em relação aos outros. Quando a gente se envolve numa atividade por prazer a gente está brincando. Não olha para o relógio. É o caso das crianças correndo – como potrinhos. Ou na água: como golfinhos . O espaço, representado pela grama, pela água, pelo vazio, é o seu companheiro de brincadeira. A atividade lúdica produz um corpo feliz .
A competição, representada no seu ponto máximo pelas Olimpíadas, é o oposto do brinquedo. Porque ela só acontece quando o corpo é levado ao limite do stress. E o corpo, mais sábio que os atletas, não gosta disso. Ele sabe que é perigoso chegar aos limites. O corpo não gosta de competições e Olimpíadas. Competições e Olimpíadas são situações a que o corpo é submetido ao máximo stress. Ou seja, situação de máximo sofrimento do corpo. O corpo vai contra a vontade. Basta observar a máscara de dor no rosto dos que competem. A competição é uma violência a que o corpo é submetido. A imagem mais terrível que tenho dessa violência é a daquela corredora suíça, ao final de uma maratona, algumas olimpíadas atrás. Chegando ao estádio o corpo dela não aguentou. Os ácidos e a cansaço o transformaram numa massa amorfa assombrosamente feia. Ele não queria continuar; desejava parar, cair. Mas isso lhe era proibido: uma ordem interna lhe dizia: obedeça, continue até o fim. O público parou, perplexo. E ninguém podia ajudá-la. Se alguém o fizesse ela seria desclassificada. O comentarista, comovido, louvava o extraordinário espírito olímpico daquela mulher. Ele não compreendia o horror. De fato, o final do espírito olímpico é o corpo levado aos limites últimos de stress. Aos limites do sofrimento. Como o corpo escultural de Florence Griffith Joyner. Haverá coisa mais anti-corpo, mais anti-vida? A competição não é motivada por amor ao corpo e ao seu prazer.
Na competição o espaço não é companheiro de brincadeira, é inimigo a ser derrotado. O prazer de quem compete não se encontra na relação corpo-espaço, mas no resultado: quem teve a melhor performance. O objetivo da competição é a comparação. E a comparação é o início da inveja e da infelicidade humana.
